Resumo do episódio #2.01 de American Gods: “House on the Rock”

American Gods retorna depois de um ano de hiato seguido de uma tumultuada mudança nos rumos da produção com o afastamento de Bryan Fuller e de Michael Green como chefes de produção, e inaugura agora uma nova fase com Jesse Alexander, enquanto Neil Gaiman continua como produtor executivo e colaborador. Depois dos eventos havidos na primeira temporada, o grande encontro dos deuses antigos acontece em Wisconsin, enquanto Mr. World planeja sua vingança.

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O episódio começa com Mr. World (Crispin Glover) sendo levado às pressas por Technical Boy (Bruce Langley) à um esconderijo subterrâneo conhecido como Black Briar. Ali, bastante convalescido depois do grande confronto com Odin (Ian McShane) na festa de Páscoa na casa da deusa germânica da ressureição, Ostara (Kristin Chenoweth), Mr. World planeja sua vingança, e ordena à Technical Boy que encontre a deusa da mídia (anteriormente interpretada por Gillian Anderson—que não renovou contrato—e que deve retornar como outra atriz). Enquanto isso, Wednesday segue viagem rumo à Wisconsin com seu guarda-costas, Shadow Moon (Ricky Whittle), e dois novos viajantes, Mad Sweeney (Pablo Schreiber) e a esposa morta de Shadow, Laura (Emily Browning). Em Wisconsin, Bilquis (Yetilde Badaki), também conhecida como a deusa Sheba (Yetilde Badaki), apresentada na primeira temporada como uma prostituta que se mantém jovem e poderosa ao usar como presa vários homens e mulheres que se deitam com ela, chega ao local do encontro, e cruza o caminho do gênio (Mousa Kraish) que apareceu na temporada anterior como um taxista. Salim (Omid Abtahi) também aparece, à contragosto do gênio.

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Ao chegarem à Wisconsin, Wednesday e seu grupo encontra Mr. Nancy, também conhecido como o deus Anansi (Orlando Jones), que se junta à ele rumo à tal casa na rocha que dá título ao episódio, e que nada mais é do que uma espécie de museu com uma imensa coleção de objetos variados. Ali, Salim, Mad e Laura são proibidos de seguirem adiante, enquanto Shadow acompanha Wednesday, Mr. Nancy e Bilquis, os quais depositam cada um uma moeda numa máquina de leitura da sorte que lhes devolve uma carta com uma frase premonitória. Os quatro vão então à um imenso carrossel mágico onde são transportados para o local do encontro entre os deuses antigos, qual seja, na mente de Odin. Czernobog (Peter Stormare), deus eslavo da escuridão, Zorya Vechernyaya (Cloris Leachman), regente do crepúsculo pela mitologia eslava, Mama-Ji (Sakina Jaffrey), deusa hindu da guerra, Ame-No Uzume (Uni Park), deusa japonesa da escuridão, Ahura Mazda (Al Maini), deus supremo da mitologia persa, e mais uma dezena de outros deuses, estão reunidos em sua forma original. Odin tenta convencê-los à se unirem à ele na batalha contra os novos deuses. Quando Mama-Ji decide que não quer guerra e se prepara para ir embora, Shadow faz um discurso apaixonado para que os deuses se deem a chance de serem dignos de sua crença. Pouco depois, todos aparecem magicamente reunidos numa espécie de confraternização num restaurante de beira de estrada.

Enquanto isso, Mr. World—que rastreou o local do encontro com a ajuda de Bilquis—dá inicio ao seu plano de vingança, e usando a tecnologia Black Briar, instrui Mr. Town à executar uma ordem de “recaptura do pacote”. Um atirador então aparece do lado de fora do restaurante e dispara vários tiros contra os deuses antigos, e quando Shadow sai para capturar o autor dos disparos, acaba sendo capturado por uma luz no céu. Zorya, que levou um tiro, morre nos braços de Wednesday, e Czernobog jura vingar sua morte, enquanto Laura se desespera com o desaparecimento de Shadow.

Pontos Altos do Episódio:

  • Com um começo fraco, American Gods retorna sem Gillian Anderson e Kristin Chenoweth. Como será o retorno da nova deusa da mídia, ainda é um mistério.
  • Laura está completamente de escanteio, já que Shadow pertence agora à Wednesday (segundo Mad Sweeney). Mas será ela a “sorte grande” do personagem prevista na carta da vidente?
  • A trilha sonora e os efeitos visuais da série continuam fantásticos. “I Cast a Lonesome Shadow”, “The Fool” e “Everybody Walkin’ This Land” como temas sonoros do inicio do episódio e da cena final no restaurante são ótimas, enquanto a “viagem” psicodélica na mente de Odin é simplesmente hipnótica.

Sem Bryan Fuller como chefe de produção, American Gods parece um pouco perdida, e os personagens (inclusive, pasme, Mad Sweeney), parecem aborrecidos demais. Considerando, no entanto, o grande potencial da história e a complexidade dos personagens, a série ainda é digna de ser conferida.

American Gods pode ser conferida pelo canal Starz, e via Amazon Prime e iTunes.

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