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Vikings: resumo quarta temporada (Parte 2)

“Como os porquinhos grunhirão quando souberem como o velho javali sofreu?”

Ragnar Lothbrok, episódio #4.16

Se a primeira e a segunda temporada de Vikings tratam da ascensão de Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel), o mítico herói das lendas nórdicas que de fazendeiro se tornou senhor de Kattegat e que de senhor de Kattegat se tornou rei da Escandinávia ao desbravar e conquistar territórios nos reinos de Northumbria e de Wessex, o terceiro e a primeira metade do quarto ano da série mostram o inicio da decadência de sua fama, enquanto a segunda parte da quarta temporada é sua queda definitiva.

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Depois de vários anos desaparecido de Kattegat após a humilhante derrota na batalha contra o exército franco liderado por Rollo (Clive Standen) na última incursão à Paris, Ragnar (Travis Fimmel) retorna e desafia os filhos à uma luta até a morte pela conquista do trono. Nesse cenário, Ubbe (Jordan Patrick Smith), seu primogênito com Aslaug (Alyssa Sutherland), dá um passo à frente, e os dois se abraçam. Bjorn (Alexander Ludwig) se junta aos irmãos, e Ragnar os convida para mais uma nova incursão à Inglaterra no intuito de vingarem-se do massacre do assentamento de terra viking. Contudo, seus filhos tem outros planos. Bjorn pretende explorar o Mediterrâneo juntamente com Hvitserk (Marco Ilsø), Floki (Gustaf Skarsgård) e outros vikings liderados pelos irmãos Harald Finehair (Peter Franzén) e Halfdan The Black (Jasper Pääkkönen), ao passo em que Ubbe (Jordan Patrick Smith) e Sigurd (David Lindström) decidem ficar em Kattegat para proteger a mãe e a cidade, que se tornou importante rota de comércio.

1. Ragnar e Ivar

Na busca por aliados em sua viagem à Inglaterra, Ragnar visita Floki, com o qual tem um fraternal momento de reconciliação finalizado com a declaração de amor de ambos um pelo outro, e também Lagertha (Katheryn Winnick), que à despeito de não esconder o fato de que ainda o ama, tem outros planos em mente ao passo em que fortalece seu exército em Hedeby com a ajuda de sua amante, Astrid (Josefin Asplund). Em sua viagem de volta, Ragnar tenta se enforcar numa árvore, mas é salvo por corvos que mastigam a corda. De volta à Kattegat, Ragnar encontra o filho mais novo, Ivar (Alex Høgh Andersen), o qual, sem pestanejar, aceita ir com o pai para a Inglaterra.

2. Ragnar e Aslaug

Ao tentar recrutar guerreiros vikings para sua viagem, Ragnar é humilhado ao ser apontado como um desertado pelos deuses por conta de seus últimos fracassos. Ele eventualmente descobre o tesouro enterrado por Haraldson (Gabriel Byrne) na primeira temporada, e suborna vários guerreiros vikings velhos e acabados à fazerem parte de sua nova incursão. Bjorn eventualmente revela ao pai seu plano de viajar para o Mediterrâneo atravessando o território de Francia, e que pretende tentar usar de diplomacia com Rollo. Nesse meio tempo, novas conspirações tomam forma quando, depois de conquistar Rogaland, Harald está próximo de se tornar rei, faltando apenas tomar Kattegat, enquanto Lagertha confronta Aslaug em sua visita de despedida à Bjorn apontando que esta jamais será rainha de Kattegat.

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Depois de uma visão na qual o navio em que Ivar viaja com Ragnar é submetido à uma terrível tempestade, e que o filho acaba morrendo, Aslaug tenta impedi-lo de viajar com o pai, mas este a ignora. Depois de partirem, as embarcações que compõem a frota de Ragnar em sua incursão à Inglaterra são abatidas por uma tormenta, e o pouco que resta da tripulação mal consegue chegar à Wessex. Muitos culpam Ragnar pelo infortúnio, enquanto o rei Ecbert (Linus Roache) é advertido por Aethelwulf (Moe Dunford) da chegada de vikings, e que eles devem se preparar. Ecbert, no entanto, lembra o filho que Ragnar é apenas um homem. No acampamento viking, Ragnar revela à Ivar seu plano de irem apenas os dois até o rei Ecbert, e depois de matarem todos os membros remanescentes da tripulação, pai e filho chegam aos domínios reais.

Enquanto isso, Bjorn chega ao reino de Francia, e sua frota é impedida de seguir viagem por navios francos. Levado até Rollo, Bjorn pede ao tio travessia livre, mas ele acaba sendo aprisionado juntamente com Hvitserk, Floki, Harald e Halfdan. Criticado por todos pela decisão de confiar em Rollo, Bjorn é levado à presença do tio, que concorda deixa-los passar por Francia se eles o levarem junto. Bjorn aceita a contraproposta de Rollo, mas logo depois de embarcarem, ele o submete à punição por keelhauling, culminando em seu quase afogamento.

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Depois de aprisionar Ubbe e Sigurd em Hedeby e de invadir Kattegat com fins de tomar o trono, Lagertha e seu exército dominam a cidade, mas Aslaug aparece no meio da multidão com a espada do rei, e renuncia seu título de rainha pedindo ser poupada com fins de evitar uma retaliação da parte de seus filhos. Lagertha revela, no entanto, jamais tê-la perdoado, e a mata. Ao descobrirem o ocorrido, Ubbe e Sigurd retornam à Kattegat, onde Lagertha se autoproclamou rainha, e a confrontam. Porém, os dois são impedidos por seus guerreiros de se aproximarem dela.

Enquanto isso, em Wessex, Ragnar e Ivar são aprisionados e humilhados por Aethelwulf. Com a chegada de Ecbert, este promete poupar a vida de Ivar, e apresenta Ragnar à Magnus (Dean Ridge), seu suposto filho com a princesa Kwenthrith (Amy Bailey). Quando Ragnar revela jamais ter se deitado com Kwenthrith, e que portanto não pode ser o pai da criança, Ecbert ordena que Magnus seja expulso de seu reino. Por fim, Ecbert solta Ragnar da cela na qual foi colocado por Aethelwulf, e os dois falam de Athelstan (George Blagden), da existência ou não de divindades, até que finalmente Ragnar pede seja morto pelas mãos de Ecbert. Este revela ser incapaz de fazê-lo, mas concorda entrega-lo como prisioneiro ao rei Aelle (Ivan Kaye) quando Ragnar lhe promete que seus filhos o pouparão e buscarão vingança por sua morte apenas contra o reino de Northumbria.

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Ivar joga xadrez com Alfred (Isaac O’Sullivan), e ambos são bem sucedidos em seus movimentos numa clara alusão às épicas batalhas históricas entre saxões e vikings que deverão liderar. Quando Ecbert arranja o navio saxão que deve levar o filho de Ragnar de volta à Kattegat, Ivar é obrigado à se despedir do pai. Ragnar explica ao filho que deverá morrer pelas mãos do rei Aelle, mas que ele e seus irmãos devem também liderar a vingança por sua morte contra o rei Ecbert. Por fim, Ragnar diz à Ivar que ele é o mais capaz de sucedê-lo dentre seus irmãos no que diz respeito às conquistas vikings por conta de sua imprevisibilidade, e pede à ele que continue sendo impiedoso. Depois que Ivar parte, Ragnar é conduzido à carruagem que deve leva-lo à Northumbria. Antes, porém, ele entrega à Alfred o crucifixo que pertencia à Athelstan, e informa Ecbert que ao final o falecido amigo escolheu o deus dos cristãos.

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No caminho em direção à Northumbria, Ragnar tem visões de seus dias como fazendeiro, como marido de Lagertha e pai de Bjorn (Nathan O’Toole) e Gyda (Ruby O’Leary), bem como de suas primeiras viagens exploratórias. Ele lembra da mensagem do vidente (John Kavanagh) sobre o dia de sua morte como sendo aquele em que “o cego irá enxerga-lo”, e quando o condutor da carruagem revela ser cego, mas que ainda assim pode vê-lo, Ragnar não tem mais duvidas de que seu dia chegou. Recebido por Aelle e seus soldados, Ragnar é submetido à inúmeras sessões de tortura. Ecbert viaja disfarçado de monge para assistir a execução de Ragnar. Ao vê-lo no meio da multidão, Ragnar profere frases enaltecendo os deuses nórdicos, refutando qualquer culpa pelas mortes dos cristãos em suas invasões, e apontando que irá esperar seus filhos em Valhala, onde ouvirá histórias de seus triunfos e conquistas contra seus inimigos. Finalmente, Aelle ordena a execução de Ragnar, e ele é atirado num poço repleto de cobras venenosas, que o mordem incessantemente.

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De volta à Kattegat, Ivar descobre que Aslaug foi morta por Lagertha, a qual assumiu o trono. Esta antevê as consequências da morte de Ragnar, ao mesmo tempo em que Aethelwulf acredita que a vingança dos vikings não irá apenas recair sobre o rei Aelle. Diante da importância conquistada por Kattegat por conta de sua localização, Lagertha decide aumentar as defesas da cidade, e é desafiada por Ubbe e Ivar quanto à morte de Aslaug, mas ambos não tem a menor chance contra ela e são ameaçados por Astrid. Depois de consultar o vidente, Lagertha descobre que irá morrer pelas mãos de um dos filhos de Ragnar.

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Enquanto isso, Bjorn, Rollo, Hvitserk, Floki, Harald e Halfdan chegam à Algeciras, na Espanha, território dominado pelos mouros. Eles invadem e pilham a cidade portuária com muita facilidade. Enquanto os irmãos Harald e Halfdan planejam acabar com os Lothbrok, Floki fica intrigado ao entrar numa mesquita e não encontrar símbolos religiosos, o que o faz impedir os vikings de matar os islâmicos que ali estão rezando fervorosamente, ao mesmo tempo em que Helga (Maude Hirst) se afeiçoa à uma órfã, Tanaruz (Sinead Gormally), e decide adota-la como filha.

Um misterioso homem vestido de preto e sem o olho direito aparece em Kattegat. Ele é a encarnação de Odin, pai de todos, e traz noticias da morte de Ragnar à todos os seus filhos, inclusive à Bjorn e Hvitserk que estão no Mediterrâneo. Eles ainda escutam a frase “como os porquinhos grunhirão quando souberem como o velho javali sofreu?” dita por Ragnar, e decidem reunir um exército para planejar a vingança por sua morte.

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Em Kattegat, Ubbe e Ivar planejam matar Lagertha antes de qualquer investida contra a Inglaterra, mas são impedidos por Bjorn, que informa que os irmãos terão mata-lo antes se quiserem matar sua mãe. Uma armada viking liderada pelo chefe Jorgensen (Jack Nolan) chega à Kattegat para se unir aos filhos de Ragnar na luta contra os saxões. Em preparação para a batalha contra Aelle e Ecbert, Ivar pede ajuda à Floki, e este lhe constrói uma biga com a qual ele pode se locomover no campo de batalha, bem como liderar um exército.

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Na medida em que a armada viking aumenta em Kattegat, Bjorn e Ivar argumentam sobre sua liderança. Helga decide fazer parte do exército, levando Tanaruz junto com ela, à despeito dos protestos de Floki. Harald e Halfdan, por sua vez, também fazem parte da armada que deve invadir a Inglaterra, mas subornam o mercenário Egil (Charlie Kelly) para ficar em Kattegat com fins de encontrar os pontos fracos na defesa da cidade e então conquista-la, derrotando Lagertha. Depois que Jorgensen se voluntaria como sacrifício para a vitória na grande batalha contra os reis Aelle e Ecbert, os vikings se preparam para zarpar.

Em Wessex, Aethelwulf confronta Ecbert sobre seu caso com Judith (Jennie Jacques) e o fato de obriga-lo a assumir o filho bastardo de Athelstan. Por fim, ele questiona seu amor de pai e sua habilidade como rei. Ecbert então ordena que o filho assuma a liderança na defesa contra os vikings. Enquanto isso, em Northumbria, a armada viking liderada por Bjorn desembarca e confronta o exército de Aelle, muito menor. Por fim, Aelle é derrotado, capturado, torturado e morto pelo método da águia de sangue.

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Egil e seus homens atacam Kattegat, mas são derrotados. Capturado por Lagertha, Egil revela sob tortura ter sido pago por Harald para derrota-la. Enquanto isso, em Mercia, o exército pagão liderado por Bjorn avança em direção à Wessex com fins de capturar e matar o rei Ecbert. Paralelamente, Aethelwulf consegue reunir uma armada capaz de lutar contra os vikings em Repton, mas valendo-se de uma estratégia elaborada por Ivar, os vikings enganam os saxões com arqueiros escondidos na floresta e grupos que se movem de um lado à outro. Revoltado, Aethelwulf decide juntar suas tropas e ir em direção aos navios vikings com fins de destruí-los e forçar o confronto. Contudo, sendo esse o plano de Ivar, o exército saxão é cercado no vale antes de alcançar a frota viking. Movido por pânico e frustração com a derrota certa, Aethelwulf bate em retirada.

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Derrotado, Aethelwulf ordena a evacuação da cidade real, mas Ecbert decide ficar. Uma rápida cerimônia de sucessão real acontece, e Aethelwulf é coroado rei de Wessex. Logo depois, Aethelwulf, Judith e Alfred partem de Wessex juntamente com todo o povoado, ficando para trás apenas Ecbert, o bispo Edmund (Philip O’Sullivan) e alguns guardas reais. Os vikings chegam e destroem tudo o que veem pela frente. No frenesi, Ecbert é capturado e Tanaruz se desespera e foge de Helga. Quando Helga consegue encontra-la, a menina a esfaqueia no abdome, e depois de suicida. Desolado com a perda de Ragnar e de Helga, Floki enterra a esposa e decide navegar pelo mundo.

Os filhos de Ragnar discutem o que fazer com Ecbert, e Ivar informa desejar mata-lo pelo método da águia de sangue. Ecbert sugere um novo acordo de assentamento de terra em East Anglia, com fins de honrar o desejo de Ragnar, e em troca pede escolher a forma como deve morrer. Os irmãos Lothbrok concordam, exceto Ivar e Sigurd, e ao final o acordo é selado sem que os vikings saibam que Ecbert não é mais rei, o que invalida o documento por ele assinado. Por fim, Ecbert se suicida em sua banheira romana.

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Reunidos em festa com a vitória contra os saxões na vingança pela morte de Ragnar, Bjorn, Ivar, Ubbe, Hvitserk e Sigurd decidem o que fazer. Bjorn revela seu desejo de continuar suas viagens exploratórias pelo Mediterrâneo, ao passo em que Ivar propõe novas conquistas pela Inglaterra. Quando os irmãos discutem agressivamente, Sigurd ofende Ivar e debocha da sua incapacidade em satisfazer uma mulher na cama, ao que Ivar o mata com uma machadada no peito.

A temporada termina com a apresentação do bispo Heahmund (Jonathan Rhys Meyers). Ele preside um funeral em Sherborne, e depois aparece na cama da viúva, “confortando-a” pela perda.

Pontos Altos da Temporada:

  • A desmoralização de Ragnar. Depois de várias bem sucedidas viagens desbravadoras ao longo das três primeiras temporadas, ver Ragnar sucumbir à derrota em Francia e chegar ao ponto de subornar guerreiros decadentes é o ponto mais baixo para o personagem.
  • Os constantes atritos entre Ivar e Sigurd. Enquanto a dinâmica entre Ubbe e Hvitserk funciona perfeitamente bem ao ponto dos dois compartilharem a mesma mulher, Ivar e Sigurd tem opiniões diferentes sobre o papel de Aslaug como mãe, o que é motivo suficiente para as muitas de suas discussões que culminam num final inevitável.
  • O reencontro de Ragnar com Floki. Com uma relação de amizade que vem desde o primeiro episódio da série, os dois tiveram suas diferenças à partir do assassinato de Athelstan. No final, a reconciliação e a declaração de amor entre os dois faz a audiência voltar aos bons tempos da primeira temporada e desejar mais tempo dos dois em cena.
  • O último encontro entre Ragnar e Lagertha. Por ser sua primeira esposa e uma guerreira viking valorosa, muito se especulou sobre uma reconciliação do casal. Contudo, a fase Ragnar e Lagertha terminou no primeiro episódio da segunda temporada quando Aslaug entrou em cena. Rever o casal viking que antes apenas se ocupava de uma fazenda e de dois filhos pequenos dividir a cena é sempre um bônus.
  • A morte de Aslaug. Poucos fãs da série gostavam dela, e talvez apenas a suportassem por conta dos filhos que teve com Ragnar. De qualquer forma, sua morte pelas mãos de Lagertha não poderia ter sido mais dramática.
  • A reunião entre Ragnar e Ecbert. Embora inimigos, os dois tem muitas semelhanças e compartilham interessantes pontos de vista. A conversa entre os dois como a de dois amigos em um bar seja sobre o amigo em comum (Athelstan), seja sobre a existência ou não dos deuses é o que os torna mais próximos do homem comum.
  • A preparação de Ivar por Ragnar. Para Ragnar, o caminho para Valhala não é suficiente. Ele sabe que precisa morrer para a cultura viking sobreviver. Com sua morte, as invasões vikings devem continuar, e embora seja Bjorn o filho que mais se pareça com ele, é Ivar aquele que melhor representa o que os vikings precisam para a expansão do terror pagão valendo-se exatamente daquilo Ragnar jamais conseguiu ser ao extremo: cruel.
  • A morte de Ragnar. Divisor de águas, o acontecimento marca o fim de uma era, a era de Ragnar, mas também o inicio de outra, a era dos filhos de Ragnar. E sim, apesar de ser uma série sobre vikings, a série girou por muito tempo ao redor de Ragnar, e sua saída de cena é dramática e emocionante, afinal, alem de ser um homem em constante conflito, Travis Fimmel lhe conferiu extremo carisma.
  • O confronto entre o exército viking e os saxões liderados por Aethelwulf. Com a estratégia de Ivar e a liderança de Bjorn, a audiência testemunhou um dos melhores confrontos entre pagãos e cristãos na série, mesmo com a ausência da extrema e usual violência gráfica.
  • A morte de Sigurd por Ivar. É o fim dos conflitos entre os irmãos Lothbrok ou o inicio do que deve ser uma constante guerra entre os remanescentes, considerando que Lagertha ainda está na mira de Ivar, Ubbe e Hvitserk.
  • A apresentação do bispo Heahmund como a promessa de que Alfred O Grande não será a única ameaça à expansão viking nas próximas temporadas.

Vikings é transmitida pelo canal History e sua quinta temporada estreia no dia 29 de novembro.

 

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